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Educação / Homem + meio=mundo melhor

Texto: Silvia Pereira

Foto: Silvia Pereira

Educação / Homem + meio=mundo melhor

Estamos em um momento de mudanças sociais, políticas, de enfrentamentos ideológicos, enfim, mudança de hábitos. Sem falar nos ataques e desrespeitos nas redes sociais. A tecnologia a favor e contra o homem. Diferenças ideológicas e de partido, enfim, momento de muitos conflitos e desentendimentos. Esse triste cenário é, sem dúvida, desanimador. Mais do que nunca precisamos desenvolver mecanismos de auto-proteção e, muito discutida entre psicólogos, educadores e administradores, apreender a “inteligência emocional”.

Daniel Goleman, em Seu livro “Inteligência emocional” escreveu:

“No mundo atual, não basta ser inteligente, esperto e preparado para competir. É preciso ter calma e empatia e persistir diante das frustrações para conseguir viver bem no amor, ser feliz com a família e vencer no mercado de trabalho”.

Claro, não deixemos de visualizar o quadro como um momento histórico e uma transmutação que levará, quiçá, a um futuro de lembranças, e vai aqui meu positivismo, de lembramos como um passado sombrio num futuro melhor e promissor.

Passemos a falar um pouco sobre as relações e o que os fatos históricos têm a ver com tudo isso. Lembremos a máxima que diz que devemos respeitar o meio ambiente no qual estamos inseridos. Mas, não fazemos parte dele? Sim, claro.

O Filme Ponto de Mutação – 1990- de Bernt Amadeus Capra retrata com inteligência o diálogo de três pontos de vista sobre o mundo, as pessoas, os relacionamentos e como nos relacionamos com tudo o que está à nossa volta. O cenário, um castelo medieval da França. Os três personagens, um político frustrado, um professor de Literatura e uma cientista desencantada com um projeto inexequível da época. Pessoas com cultura e ideologias totalmente diversas. Cito aqui a película, pois é uma referência interessante de como o indivíduo, mesmo profissional e culturalmente inserido nas problemáticas da vida, pode discordar ou não entender o mundo que o cerca. É a eterna luta o homem, a natureza e a ciência.

Como concatenar essas ideias em prol da humanidade como um todo, como fazer com que as pessoas consigam entender? A grande reflexão do filme: Mudando nossa maneira de ver o mundo. Nessa resposta se consegue perceber a transversalidade na educação ambiental e a importância de ser discutido o tema em redes de ensino de maneira interdisciplinar, sendo trabalhada como uma grande teia ligada a diferentes disciplinas, a fim de analisar o fenômeno.

Essa é a questão. E um grande desafio para nós educadores e para o mundo.

Fica aqui a reflexão.

Paz e luz, caros leitores! Até a próxima!

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