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Celulites: por que é tão difícil eliminá-las?

A celulite é uma queixa estética que acomete 95% das mulheres ao longo da vida, e mexe com a autoestima de muitas delas, já que se manifesta de forma bem visível e em regiões como coxas e glúteos. Inúmeros tratamentos e remédios foram criados com a promessa de resultados milagrosos, porém, poucos são tão efetivos quanto o tratamento ortomolecular.

A celulite é a forma que nosso corpo encontra para tentar reverter as agressões do dia a dia como a falta de sono, má alimentação, estresse e poluição. A Dra. Ana Paula Andreiv, Fisioterapeuta especialista em Dermatofuncional, explica que a celulite é uma inflamação crônica e silenciosa do tecido cutâneo. Essa inflamação gradativamente produz aderências e fibroses, podendo gerar a celulite fibrótica, que é o grau mais avançado de acometimento tecidual.

A Dra. Ana Paula Andreiv associa produtos ortomoleculares e eletroterapia. Os produtos regulam a função celular, além de possuirem uma ação anti inflamatória  local e sistêmica. Já a eletroterapia acelera esse processo de reestruturação cutânea para o alinhamento das fibras que foram destruídas. “Essa associação inteligente produz uma regeneração da pele mais eficaz”, aponta Andreiv.

A especialista conta ainda que os resultados são visíveis com apenas uma sessão, porém, o recomendado é que seja realizado um total de quatro sessões, para que todo o tratamento seja concluído. Ela ainda garante que não é preciso ter medo em relação a choques, pois a eletroterapia não causa dor, pelo contrário, pode até proporcionar uma sensação  de relaxamento. “Em casos muito pontuais, alguns pacientes podem sentir, no máximo, um leve desconforto”, tranquiliza.

As contraindicações  também são poucas. O paciente deve apresentar uma pele íntegra  e não possuir doenças crônicas ou vasculares.

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